Clipping
Uma pesquisa elaborada em parceria entre a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a Universidade Federal do Ceará rendeu publicação de artigo no periódico internacional Geoscience Frontier, com fator de impacto 8.9 e Qualis A1. O trabalho promove uma reconstrução ambiental de antigos vulcões existentes há aproximadamente 1,8 bilhão de anos na Amazônia, com o objetivo de esclarecer como era o ambiente geológico na região.
Intitulado “The Colíder Paleoproterozoic felsic volcanism: New insights into stratigraphy and petrogenesis in the southern Amazonian Craton”, o artigo é fruto do trabalho de mestrado do pesquisador André Massanobu Ueno Kunifoshita, realizado na UNICAMP, sob orientação da Profª Maria José Mesquita (Instituto de Geociências da UNICAMP) e coorientação do Prof. Felipe Holanda dos Santos (Departamento de Geologia da UFC).
Foi também o caso do biólogo Carlos Stênio, de 28 anos, que faz mestrado em ensino e história de ciências da Terra, no Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em 2020, ele começou a postar vídeos curtos no Instagram sobre cultura pop e biologia, que mais tarde se tornariam o tema de sua pesquisa na pós-graduação, mas ainda de maneira esporádica. Na época, Stênio estava na graduação e tinha acabado de perder um emprego de vendedor de tintas industriais. “Recebi um contato do TikTok me incentivando para que, assim como outros colegas da área, eu participasse das campanhas produzindo vídeos educativos e de ciência por lá”, conta. Segundo ele, a plataforma pagava um valor de acordo com o número de vídeos postados. “Em uma campanha ganhei o equivalente a seis meses de trabalho – antes, como vendedor, eu recebia um salário mínimo”, lembra.
No Tudo Inovação deste sábado (7), o apresentador Leonardo Missio vai te levar para conhecer três histórias que mostram como a tecnologia pode abrir várias portas para oportunidades, desenvolvimento pessoal e empreendedorismo no nosso dia a dia. O Doutorando em Política Científica e Tecnológica do IG, Juliano Sanchez, foi entrevistado no programa.
Estudo comprova que ações humanas mudaram o eixo da terra por conta da enorme retirada de água subterrânea.
O professor Alvaro Crósta explica a rotação em torno do eixo da Terra e como ocorre a mudança natural desse processo ao longo do ano. Crósta também fala sobre a mudança do campo gravitacional a movimentação de água retirada de aquíferos, que implica em aumento em alguns milímetros dos oceanos da Terra. Crósta fala ainda do tamanho do deslocamento do eixo, que é pequeno - cerca de 4 cm por ano, e a influência da atuação humana em vários aspectos da Terra.
Quais os caminhos para fortalecer pequenas e médias empresas, as que mais geram empregos no país? Por que a justiça social pode estimular a inovação e reduzir a dependência externa? Considerações sobre artigo do presidente do BNDES
Por Renato Dagnino
O divulgador científico Carlos Stênio, aluno de pós-graduação do IG, mostra em Podcast da Revista Pesquisa Fapesp que personagens da cultura pop podem ensinar biologia.
Apresentação: Fabrício Marques
Produção, roteiro e edição: Sarah Caravieri
Artigo de Flávia Consoni, docente do Departamento de Política Científica e Tecnológica do IG/Unicamp.
"O aumento na incidência de eventos climáticos extremos, como temperaturas recorde e tempestades, apontam para a intensificação no cenário de mudanças no clima do planeta, cuja mola propulsora, de acordo com projeções recentes do último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, 2022), resulta da intensificação na emissão de gases de efeito estufa na atmosfera..."
A rodovia do medo: o trânsito de cargas nocivas sobre a parede da barragem Itans, Caicó/RN - Brasil
O doutorando em Geografia Jhonathan Lima de Souza falou sobre perigos do trânsito de cargas nocivas à barragem Itans, no RN.
"Temos ouvido de militantes de esquerda que “temos que trazer o povo pra rua”, que “temos que voltar a fazer o trabalho de base”, e que “temos que conscientizar as bases” e, de pessoas menos politizadas, que “quando os políticos chegam ao poder esquecem do que prometeram”. Essas declarações revelam um sentimento de que é preciso ampliar o suporte político do atual governo para que ele possa levar a cabo o que querem as bases; ou o que ele prometeu para quem o elegeu."
Por Renato Dagnino e Paula Arcoverde Cavalcanti
"'O quilombo está onde o quilombola está'. É assim que Maíra Rodrigues da Silva, quilombola e doutoranda em geociências pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), define a territorialidade do grupo identificado pela primeira vez nos questionários do Censo 2022."




