Clipping
"A cientista Dra. Marília Campos, pesquisadora visitante do Instituto de Geociências da Unicamp com ênfase em Mudanças Climáticas, lembra que 'a comunidade científica já concorda há mais de uma década que a AMOC é um dos elementos do sistema climático que possui um limiar crítico (tipping point) associado à redução da sua intensidade'".
Por Renato Dagnino
Para evitar que o “Polo de Inovação e Desenvolvimento Sustentável” de Campinas gere mais desastres.
O projeto do Polo de Inovação e Desenvolvimento Sustentável (PIDS) prevê uma agressiva alteração da lei de uso do solo de uma extensa e apetitosa área ainda não explorada pelo complexo imobiliário-financeiro. Ela margeia aquela que foi valorizada há cinco décadas com a criação da Unicamp em Barão Geraldo. Abrange, também, a que um pouco depois foi cedida a organizações públicas e privadas para a implantação de outros “polos tecnológicos”; um protótipo da onda inovacionista que segue provocando estragos nas nossas universidades públicas. (...)
"De Pangeia à cidade de Santos, entenda os processos naturais (e causados pela ação humana) que resultam nos acidentes."
Talita Gantus de Oliveira, doutoranda do IG.
Marina Martinelli, doutoranda do programa de Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica (PPG-PCT) do IG e pesquisadora associada do Laboratório de Estudos de Veículos Elétricos (LEVE), falou ao Jornal Bora Brasil, da TV Bandeirantes, sobre sobre seu tema de pesquisa, a tecnologia 5G.
Coronel Vivida - Visitação com pesquisadores internacionais na cratera de impacto em Vista Alegre.
Alvaro Crósta participa de inauguração de área de visitação.
"É um artigo sólido em termos de dados", comenta Alvaro Crósta, geólogo da Unicamp (Unicamp Estadual de Campinas) não envolvido com o estudo. "É interessante constatar isso, que você tem uma super exploração de aquíferos e isso está contribuindo para o aumento do nível do mar -, e por extensão, do deslocamento do polo. Mas o efeito é pequeno, é algo até difícil de medir".
"A implantação pode gerar reações parecidas com a de a implantação de um piercing, como infecções.
´Já está nos afetando. Há eventos no Brasil discutindo, fazendo implantes no corpo. Não dá para evitar isso, mas temos que discutir as questões éticas e a segurança´, disse Juliano Sanches, doutorando em Política Científica e Tecnológica Unicamp".
Rochas foram descobertas pelo professor Wagner Amaral, do Instituto de Geociências, durante passeio de bicicleta no Parque Ecológico. Ele identificou composição química e texturas; entenda.
Estudo feito pelo Departamento de Geologia da Unicamp comprovou existência de rochas oceânicas no Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim.
Quem diria que um passeio de bicicleta em um dos parques mais frequentados de Campinas - distante 150 quilômetros do litoral - culminaria com a descoberta de que o território ocupado atualmente pelo município abrigou um oceano há cerca de 600 milhões de anos. Em 2020, o professor do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Wagner Amaral, decidiu passear de bike no Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, onde avistou uma rocha que chamou a sua atenção. Ele, que tem doutorado na área de pesquisas de rochas, pegou o martelo que carrega sempre quando sai de casa e coletou uma amostra para analisar a sua composição. Após as análises nos laboratórios da Unicamp, o professor conclui que se trata de uma rocha oceânica com ao menos 626 milhões de anos, ou seja, essa rocha foi formada no fundo de um oceano. Isso indica que há mais de 600 milhões de anos atrás, o cenário em Campinas era muito diferente do que é atualmente. Ao invés do solo repleto de árvores e animais terrestres, essa porção de terra era o fundo de um oceano com peixes e demais animais marinhos.




