Clipping
A conclusão foi possível após estudos com rochas encontradas no Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim
Estudo da Unicamp confirma existência de oceano na região de Campinas há mais de 600 milhões de anos
E não é só isso: posteriormente região foi habitada por dinossauros, cujas pegadas foram encontradas entre Piracicaba e Rio Claro.
Um estudo realizado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comprovou a existência de rochas de fundo oceânico na região de Campinas. As pedras, com mais de 600 milhões de anos, foram encontradas em um afloramento no Parque Ecológico Monsenhor Emília José Salim, na Vila Brandina.
O estudo foi conduzido pelo professor Wagner Amaral, do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências. Amaral identificou as rochas durante um passeio de bicicleta no parque e iniciou a análise das amostras. Através de análises petrográficas e geoquímicas, ele confirmou que se trata de uma rocha de fundo oceânico.
Rochas encontradas em um afloramento no Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim são de fundo oceânico.
Durante toda sua existência, a Terra foi bombardeada por grandes asteroides. Embora esses eventos sejam muito raros nos dias de hoje, nosso planeta tem diversas “cicatrizes” deixadas ao longo da história pelos violentos choques dessas rochas espaciais: as crateras de impacto.
Algumas dessas crateras estão bem conservadas e preservam sinais da brutalidade das colisões que as originaram. No entanto, na maioria delas, esses vestígios foram suavizados pelo tempo. Muitas estão cobertas de água ou de vegetação, outras foram tomadas por cidades que cresceram dentro e ao redor delas.
Se quiser saber tudo sobre as crateras de impacto, você não pode perder o programa Olhar Espacial desta sexta-feira (24), que vai receber Alvaro Penteado Crósta, um dos maiores especialistas brasileiros nessa área.
A curadora do #planetaelétrico, Flávia Consoni, coordenou, juntamente com sua equipe do LEVE (Laboratório de Estudos do Veículo Elétrico), da Unicamp, o artigo “Tendências da mobilidade elétrica na América Latina e ações em curso no Brasil”.
Este é o décimo primeiro texto do blog Deriva Continental. Colaboraram na elaboração e edição da matéria: Álvaro Penteado Crósta, Débora Correia Rios, Maria Elizabeth Zucolotto, Kátia Leite Mansur, Natalia Hauser, Wolf Uwe Reimold e Umberto Giuseppe Cordani.
Para Flávia Consoni, coordenadora do curso, o mercado vai se transformar rapidamente e aqueles que estiverem preparados para implementar políticas públicas ou estratégia de negócios sairão na frente.
Segundo ela, o caminho da descarbonização é inevitável, seja pela consciência e necessidade iminente de poupar nosso planeta dos gases de efeito estufa, pela necessidade de melhorar a qualidade do ar nos centros urbanos mais populosos ou mesmo pela exigência do mercado, que já aplica regras bastante rígidas quanto os princípios do ESG.
"Esses setores (de extrema-direita) cresceram dos anos 2000 para cá de forma inversamente proporcional ao distanciamento da Ucrânia da órbita russa. Quanto mais para a Europa a Ucrânia se inclinava, mais a extrema-direita se manifestavam em favor da Europa e contra a Rússia. Isso reflete fenômenos mais antigos, dos tempos soviéticos, quando esses grupos também existiam mas ficavam sufocados", analisa Vinicius Teixeira, doutor em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professor de Geopolítica da Universidade do Estado de Mato Grosso (Uemat).
A guerra entre Rússia e Ucrânia é a primeira guerra a ser transmitida pelas redes sociais. O argumento aqui apresentado é que isso terá um efeito importante na forma como vemos e entendemos o conflito. Assim como ocorreu em outros eventos bélicos dos séculos XX e XXI. Embora não tenha sido uma guerra formal, a Primavera Árabe já tinha demonstrado a interferência das redes sociais nos levantes.
* Ricardo Luigi é doutor em Geografia das Relações Internacionais pela Universidade Estadual de Campinas e professor da Universidade Federal Fluminense.
Protagonistas de um novo conflito armado na Europa, a Rússia e a Ucrânia têm economias associadas à exportação de commodities. No caso dos russos, as energéticas, e no dos ucranianos, as agrícolas. Mas a complexidade dessas economias vai além —com semelhanças e diferenças.
A principal divergência é no tamanho. A Rússia é a 11ª economia do mundo, segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 2020, enquanto a Ucrânia é a 55ª.
*Vinicius Teixeira, doutor em Geografia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professor de Geopolítica da Universidade do Estado de Mato Grosso (Uemat).




