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Em “A anomalia da política de ciência&tecnologia e sua atipicidade periférica”, Renato Dagnino propõe a descrição de dinâmicas essenciais à compreensão da política de ciência e tecnologia nos países periféricos, utilizando o Brasil como exemplo. Elas, conforme consta no título, são a anomalia e a atipicidade. A primeira é inerente a esta política, sendo verificada também nos países desenvolvidos; enquanto a segunda é decorrente da condição periférica.
Jefferson Picanço, docente do DGRN, e Sol Cordova, estudante de pós-graduação do IG, falam sobre prevenção de danos graves após terremotos.
Recentemente foi publicado o estudo “Cartografia social e extensão universitária na Serra do Japi: caminhos participativos na educação ambiental”, resultado de projeto de extensão universitária para desenvolver e fomentar o reconhecimento e valorização naturais e culturais da Serra e entorno. A pesquisa foi feita por Salvador Carpi Junior e Paulo Roberto da Silva Rufino, ambos da Unicamp.
Eles elaboraram um Mapeamento Ambiental Participativo, ferramenta de empoderamento comunitário para valorizar os aspectos naturais e culturais locais. Através de oficina com a comunidade, foram elaborados mapas e discutidos os riscos e potencialidades do território. A iniciativa fortaleceu o vínculo entre moradores, universidade e órgãos públicos.
A Agência para o Desenvolvimento e Inovação do Setor Mineral Brasileiro (ADIMB) realiza consulta de interesse para viabilizar a realização do curso “Exploração Mineral em Terrenos Lateríticos”, previsto para ocorrer entre os dias 28 de setembro e 2 de outubro de 2026, na Unicamp, em Campinas/SP, com carga horária de 40 horas. O curso será ministrado por professores e pesquisadores de reconhecida atuação nas áreas de exploração mineral, geologia e geoquímica, reunindo fundamentos teóricos, aplicações práticas e estudos de caso nacionais e internacionais.
Existe uma região do planeta onde o campo magnético da Terra apresenta menor intensidade em comparação a outras áreas. Localizada sobre parte da América do Sul e do Oceano Atlântico Sul, a chamada Anomalia Magnética do Atlântico Sul desperta o interesse dos cientistas por seus impactos na exploração espacial e por atingir diretamente o território brasileiro.
No Olhar Espacial desta sexta-feira (7), vamos entender como funciona o campo magnético terrestre, uma proteção natural que ajuda a bloquear partículas energéticas vindas do Sol. O programa também vai mostrar por que essa barreira é mais fraca nessa região e quais são as consequências para satélites, espaçonaves e missões espaciais.
Para explicar tudo isso e muito mais, vamos receber Gelvam André Hartmann, docente do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Graduado em Física, com mestrado e doutorado em Geofísica pela Universidade de São Paulo (USP), ele realizou estágio de doutorado no Institut de Physique du Globe de Paris e pós-doutorados na USP e no Observatório Nacional.
A eletromobilidade brasileira, aos poucos, vai consolidando um acervo de obras de referência e cursos de especialização que servem de apoio para quem opera no setor. A mais nova iniciativa vem do Leve, Laboratório de Estudos de Veículo Elétrico, ligado ao Instituto de Geociências da Unicamp, Universidade Estadual de Campinas, SP.
Em 13 de agosto o Leve iniciará a nona edição do curso de extensão Mobilidade Elétrica: Políticas, Planejamento e Oportunidades de Negócio, sob a coordenação de Flávia Consoni, professora doutora da Unicamp. De acordo com ela “o curso é aberto a todos os interessados que tenham, no mínimo, o segundo grau e adota formato dinâmico pensado para executivos e especialistas de todo o País”.
O caso australiano ilustra como funciona uma ferramenta utilizada há décadas por geofísicos em diferentes partes do mundo — inclusive no Brasil. Para entender essa tecnologia, o Olhar Digital conversou com os professores Everton Frigo, Maximilian Fries e Daniele Pantoja Monteiro, do curso de Geofísica da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), e com Gelvam André Hartmann, professor do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências da Unicamp. Nas respostas, os pesquisadores detalham como as rochas deixam “assinaturas” no campo magnético da Terra e de que forma essas informações ajudam a reconstruir a história do planeta.
"Essa radicalidade é essencial para que nossas agendas programáticas não sejam prematuramente rebaixadas na busca de apoios políticos pouco eficazes e para que não percamos nosso objetivo estratégico."
O artigo é de Renato Dagnino publicado por A Terra é Redonda, 07-07-2026.
Renato Dagnino é professor titular no Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp. Autor, entre outros livros, de A indústria de defesa no governo Lula (Expressão Popular).
Os estudantes da Unicamp conhecem as atividades e pesquisas desenvolvidas pelo Cemaden. Os pós-graduandos (a maioria geólogos, geógrafos e engenheiros) também fizeram uma breve apresentação de seus projetos de estudos científicos e conversaram com pesquisadores do Cemaden.
Como é morar dentro de um vulcão extinto?
É mais tranquilo do que parece. A formação está extinta há milhões de anos, e cientistas garantem que não há qualquer risco de reativação, segundo explica o professor Francisco Sérgio Bernardes Ladeira, do Instituto de Geociências da Unicamp.




