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Esse mercado chega ao terceiro governo Lula associado ao endividamento de parte da população, a custos para o Estado e a uma poderosa rede de publicidade e lobby. Em entrevista à Cult, Kauê Lopes dos Santos, professor do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da Unicamp e autor de Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia (Fósforo, 2026), classifica a proibição como “uma prioridade atendida” pelo governo e argumenta que os efeitos das bets ultrapassam os apostadores, atingindo famílias, serviços públicos e a própria economia.
Pontos de vista nessa edição: Milton Santos, em palestra na Universidade de São Paulo e em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura; Maria Auxiliadora da Silva, professora de pós-graduação e orientadora de pesquisas da “Bolsa Milton Santos” no Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (IGEO/UFBA); e Maria Adélia de Souza, professora das Universidades de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp), com doutorado em geografia pela Universidade de Paris.
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O mercado de trabalho brasileiro tinha cerca de 2 milhões de pessoas atuando por meio de aplicativos em 2025. O número representa 1,9% do total de ocupados no país. Os dados integram um módulo temático da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), elaborado em parceria entre o MPT (Ministério Público do Trabalho), a Unicamp e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A Unicamp participou da elaboração do formulário, com a definição de perguntas sobre as condições de trabalho e a realidade dos profissionais que atuam em plataformas digitais.
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A Superinteressante analisou os planos de governo de 12 presidenciáveis e, com a ajuda de uma IA, selecionou os trechos que abordam tópicos relacionados ao tema “política industrial e inovação”.
Na avaliação de Sergio Salles-Filho, professor titular do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp, boa parte dos planos ainda fica devendo nessa passagem dos objetivos para a execução. “De forma geral, os programas são superficiais nesse assunto, quando não generalistas.”
Agência FAPESP – O Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (IG-Unicamp) está com inscrições abertas para os processos seletivos de quatro programas de pós-graduação (PPGs) para ingresso no primeiro semestre de 2027.
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"O planeta Terra é protegido por um campo magnético que desvia grande parte das partículas emitidas pelo Sol. A proteção proporcionada por esse campo é o que permite a existência de nossa atmosfera. “Se esse campo não existisse, o fluxo de partículas arrastaria consigo todas as moléculas dos gases que estão no ar. Sem gases atmosféricos, sem vida. Nosso planeta seria como Marte”, resume Gelvam Hartmann, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)."
A participação de Edson Sena no projeto está relacionada à pesquisa de doutorado que ele desenvolve no Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob orientação do professor André Sica. O estudo aborda temas relacionados à soberania tecnológica, ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e à Nuvem Soberana.
A transição para fontes modernas de energia avançou no Brasil, mas não chegou da mesma forma a todos os domicílios. Em 2025, aproximadamente 10,6 milhões de residências brasileiras ainda utilizavam lenha ou carvão para preparar alimentos, segundo estudo publicado na Revista Brasileira de Avaliação. O número representa uma redução em relação aos anos anteriores, mas revela a permanência de uma dimensão menos visível da pobreza energética no país: ter acesso à eletricidade não significa, necessariamente, ter acesso a formas adequadas, acessíveis e seguras de energia para todas as atividades domésticas.
Artigo de opinião por: Ana Maria Carneiro (pesquisadora e coordenadora (2025–2027) do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (NEPP) da Unicamp, editora-chefe da Revista Brasileira de Avaliação e professora do Programa de Pós-Graduação em Política Científica e Tecnológica da Unicamp. Doutora pela Unicamp.)
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Apoio à ciência e à tecnologia no Brasil acompanhou o ciclo de desenvolvimento do capitalismo industrial brasileiro, iniciado nos anos 1930 e encerrado na década de 1990. Essa é uma das conclusões do livro Ciência, Desenvolvimento e Democracia no Brasil: trajetórias, instituições e agendas de pesquisa, 1945-2000, publicado pela Editora Fiocruz. A coletânea reúne 28 pesquisadores de 12 instituições do Brasil e dos Estados Unidos e analisa, em 22 capítulos, a trajetória da ciência e da tecnologia no país entre 1945 e 2000.
A obra é organizada por Olival Freire Junior, Silvia Fernanda de Mendonça Figueirôa, Antonio Augusto Passos Videira e Maria Margaret Lopes. Silvia Figueirôa é docente do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT) do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp.
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O que são terras-raras e minerais críticos? O Brasil tem a 2ª maior reserva global de terras-raras, essenciais para a revolução digital, os carros elétricos, a transição energética e a defesa militar. Mas por que o país não desenvolve tecnologias para a industrialização e refino desses minerais e deixa de gerar bilhões com essas reservas? A nova Política Nacional e a disputa entre EUA e China colocam o lítio no centro da geopolítica mundial.
A docente do IG, Maria José Mesquita, respondeu perguntas enviadas por internautas e outras elaboradas pela equipe de jornalismo da TV Senado.




