Clipping
O Instituto de Geociências (IG) da Unicamp está realizando uma pesquisa para compreender a estrutura e o comportamento das rochas que compõem os reservatórios do pré-sal, desenvolvida no âmbito do Centro de Inovação em Produção de Energia (EPIC) — um centro de pesquisa financiado pela Equinor e pela FAPESP, com apoio do Centro de Estudos de Energia e Petróleo (CEPETRO). O projeto está sendo coordenado pelo professor Alexandre Campane Vidal, que busca aumentar a precisão dos modelos geológicos que representam o comportamento dos reservatórios durante a produção de petróleo, reduzindo as incertezas que ainda desafiam a exploração em ambientes tão complexos quanto os carbonatos do pré-sal.
The discovery was described in an article published in the journal Geology by a team led by Álvaro Penteado Crósta, a geologist and senior professor at the Institute of Geosciences at the State University of Campinas. Crósta collaborated with researchers from Brazil, Europe, the Middle East, and Australia.
The discovery was described in a study published in the journal “Geology.” Prof. Álvaro Penteado Crósta, a geologist at the Institute of Geosciences at the University of Campinas, led the research team, which included collaborators from Brazil, Europe, the Middle East and Australia.
The discovery was described in an article published in the journal Geology by a team led by Álvaro Penteado Crósta, a geologist and senior professor at the Institute of Geosciences at the State University of Campinas (IG-UNICAMP). Crósta collaborated with researchers from Brazil, Europe, the Middle East, and Australia.
O avanço da desertificação no Brasil pode ser ainda mais amplo do que os mapas oficiais indicam hoje. Uma pesquisa de doutorado desenvolvida no Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou que mudanças climáticas combinadas à intensificação do uso humano do solo estão ampliando as áreas de risco no Nordeste do país.
A pesquisa teve papel central da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), referência internacional em geociências e estudos de impacto. Um dos autores do trabalho é Álvaro Crósta, professor do Instituto de Geociências da Unicamp e pioneiro nesse tipo de investigação no Brasil.
"Tectito é um material bastante raro, existem pouquíssimas ocorrências no mundo e essa nossa é a sétima registrada. Esse material é arremessado pela atmosfera e se espalha por áreas grandes, mas os eventos que formam cada uma dessas áreas são poucos. Então, tem um interesse científico muito grande", afirma Álvaro Crostra, professor do Instituto de Geociências da Unicamp, que estuda estruturas formadas pos impactos de meteoritos desde a década de 1970.
"É um material bastante raro, existem pouquíssimas ocorrências no mundo, e essa nossa é a sétima registrada", explica Álvaro Crósta, professor do Instituto de Geociências da Unicamp e um dos autores do estudo. "Os eventos que formam cada uma dessas áreas são poucos. Então, tem um interesse científico muito grande", completa o pesquisador, que estuda crateras de impacto desde a década de 1970.
O estudo é coordenado pelo professor do Instituto de Geociências da Unicamp, Álvaro Penteado Crósta, que explica a relevância do material encontrado. “Tectitos são vidros naturais. Existem alguns tipos e os mais comuns são aqueles produzidos por vulcões. Os vulcões, quando expelem lava, também expelem vidro. Mas os tectitos são tipos específicos de vidros naturais, formados por uma grande liberação de calor quando há a queda de um enorme meteorito na superfície da Terra, ou seja, uma grande colisão cósmica”, afirmou.
"Tectito é um material bastante raro, existem pouquíssimas ocorrências no mundo e essa nossa é a sétima registrada. Esse material é arremessado para a atmosfera e se espalha por áreas grandes, mas os eventos que formam cada uma dessas áreas são poucos. Então, tem um interesse científico muito grande", afirma Álvaro Crósta, professor do Instituto de Geociências da Unicamp, que estuda estruturas formadas pos impactos de meteoritos desde a década de 1970.




