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Avaliações de impacto são instrumentos essenciais para o aprimoramento dos programas de pesquisa e do financiamento da ciência, possibilitando direcionar recursos de forma mais racional. Estratégias para realizar esses levantamentos foram debatidas durante o “UK-FAPESP Workshop: Science and Innovation impact evaluation”, ocorrido no dia 13 de fevereiro na sede da FAPESP.
O encontro foi coordenado por Sergio Luiz Monteiro Salles Filho, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador de Avaliação de Programas da FAPESP.
Geólogo, mestre em Mineralogia e Petrologia, doutor em Metalogenia, professor do Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Na qual foi diretor associado por 8 anos e diretor por mais 4 anos. E vice-presidente regional para a América do Sul da Society of Economic Geologists (SEG), onde também é conselheiro no Education and Training Committee. Sobram-lhe conhecimentos geológicos para falar do potencial das províncias minerais brasileiras. E dos projetos de pesquisa mineral em curso no país. Nas áreas de metais ferrosos, não ferrosos, preciosos e não metais. É o que Roberto Perez Xavier fará no próximo PDAC (Prospectors & Developers Association of Canada), entre os dias 1 e 4 março, em Toronto.
O estudo considera o crescimento de casos durante o último mês de abril. A análise aponta que um número de 100 infectados transmitem a Covid-19, em média, para outras 150 pessoas ao longo de aproximadamente 7,5 dias após se contaminar. Essas projeções, no entanto, podem estar defasadas uma vez que o isolamento entre os paulistas vem caindo gradativamente nas ultimas semanas. Renato Pedrosa, professor do Instituto de Geociências da instituição, aponta que a maior movimentação nas ruas terá impacto nos casos entre 15 e 20 dias e depois em relação ao número de mortos.
Apesar do indiscutível benefício à saúde da humanidade, o crescimento do movimento antivacina no Brasil tem preocupado médicos e acadêmicos.
Dayane Machado e Leda Gitahy, respectivamente doutoranda e professora livre-docente do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp, contam um pouco sobre o que há por trás do fenômeno e quem tem a ganhar com esse aglomerado de teorias conspiratórias.
Um termo de cooperação assinado em outubro entre a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a empresa petrolífera Shell apoiará um projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) na fronteira do conhecimento na área de exploração de óleo e gás no pré-sal da Bacia de Santos.
O projeto será executado pelo Instituto de Geociências (IG) da universidade pelos próximos três anos. Junto ao projeto de P&D, será obtido um equipamento que permitirá realizar medidas geomecânicas sob condições de pressão das rochas do pré-sal, totalizando um investimento de R$ 15,6 milhões, um dos mais altos já executados pelo IG. A Fundação de Desenvolvimento da Unicamp (Funcamp) será a gestora administrativa e financeira.
O professor do Departamento de Geologia e Recursos Naturais da Unicamp Alessandro Batezelli falou sobre isso no Jornal da Cultura.
Ele explica o processo de origem do petróleo a partir do minuto 26'45".
A exposição "Areias do Mundo", organizada pelo IG (Instituto de Geociências) da Unicamp, traz para Campinas amostras de 16 pontos diferentes do mundo, como Islândia, Barbados, Egito, Japão e Antártida. A exposição é gratuita e pode ser visitada até o dia 13 de novembro.
O consórcio foi financiado pelo Horizonte 2020, o maior programa de pesquisa e inovação da União Europeia e contou com a participação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
De acordo com o coordenador do projeto na Unicamp, o professor Sérgio Queiroz do Departamento de Política Científica e Tecnológica (DPCT), o INCOBRA serviu para inserir a cooperação internacional na agenda de atores que até aquele momento não estavam prestando atenção ao assunto.
O Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) comemorou 40 anos de fundação com mesas redondas, palestra, homenagens e atividades culturais realizadas nos dias 19 e 20 de setembro. Referência em Geografia, Geologia e em Política Científica e Tecnológica, o espaço foi fundado em 21 de setembro de 1979 pelo geólogo argentino Amilcar Herrera.
Maíra Rodrigues da Silva tornou-se, em 2017, a 1ª mestre quilombola da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Em entrevista à série Nossa Gente, que comemora os 40 anos da EPTV, afiliada da TV Globo, ela explicou como encontrou, no contato com a natureza, uma forma de resistir preservando a natureza com um tratamento natural para o solo e os mananciais do Vale do Ribeira. ... Mestre pelo Instituto de Geociências da universidade pública campineira, Maíra detectou que o Rio Ribeira de Iguape, que banha a região, sofreu uma intervenção por conta da extração de ouro no século XX. "Existe uma preocupação do que a gente tem na água, se isso interfere ou não na produção que está à margem do rio".




