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Parte do financiamento federal à pesquisa vem do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT). O orçamento do fundo passou de cerca de R$ 900 milhões em 2020 para R$ 6,4 bilhões em 2024, um crescimento de aproximadamente 611% no período.
“Esse fundo é o principal dinheiro federal para financiamento de pesquisa”, diz o professor Sérgio Luiz Monteiro Salles-Filho, titular do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O trabalho será tema de um encontro gratuito nesta sexta-feira (23), às 15h, no Plenário da Câmara Municipal de Jundiaí. A programação contará com pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e abordará como o conhecimento da comunidade pode complementar as pesquisas científicas.
O encontro terá como tema “Mapeamento participativo e extensão universitária na Serra do Japi (SP)” e contará com a participação de Salvador Carpi Junior, geógrafo e pesquisador do Instituto de Geociências da Unicamp, e Paulo Roberto da Silva Rufino, mestrando em Geografia pela mesma universidade, na área de Análise Ambiental e Dinâmica Territorial.
Em 2022, pesquisadores(as) do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (IG/Unicamp) realizaram um experimento controlado de derramamento de petróleo num campo experimental da Universidade. Liderado pelo professor Carlos Roberto de Souza Filho, o objetivo do experimento foi simular vazamentos de óleo em alto-mar e em ambientes costeiros.
Desse experimento, surgiram dois estudos voltados ao monitoramento de derramamento de petróleo. Cada trabalho se dedicou em propor diferentes métodos e tecnologias alinhadas ao Sensoriamento Remoto a fim de detectar, monitorar e classificar a espessura de manchas de óleo derramadas em ambientes complexos.
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Esse mercado chega ao terceiro governo Lula associado ao endividamento de parte da população, a custos para o Estado e a uma poderosa rede de publicidade e lobby. Em entrevista à Cult, Kauê Lopes dos Santos, professor do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da Unicamp e autor de Parcelado: dinâmicas de consumo na periferia (Fósforo, 2026), classifica a proibição como “uma prioridade atendida” pelo governo e argumenta que os efeitos das bets ultrapassam os apostadores, atingindo famílias, serviços públicos e a própria economia.
Pontos de vista nessa edição: Milton Santos, em palestra na Universidade de São Paulo e em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura; Maria Auxiliadora da Silva, professora de pós-graduação e orientadora de pesquisas da “Bolsa Milton Santos” no Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (IGEO/UFBA); e Maria Adélia de Souza, professora das Universidades de São Paulo (USP) e de Campinas (Unicamp), com doutorado em geografia pela Universidade de Paris.
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O mercado de trabalho brasileiro tinha cerca de 2 milhões de pessoas atuando por meio de aplicativos em 2025. O número representa 1,9% do total de ocupados no país. Os dados integram um módulo temático da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), elaborado em parceria entre o MPT (Ministério Público do Trabalho), a Unicamp e o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A Unicamp participou da elaboração do formulário, com a definição de perguntas sobre as condições de trabalho e a realidade dos profissionais que atuam em plataformas digitais.
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A Superinteressante analisou os planos de governo de 12 presidenciáveis e, com a ajuda de uma IA, selecionou os trechos que abordam tópicos relacionados ao tema “política industrial e inovação”.
Na avaliação de Sergio Salles-Filho, professor titular do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp, boa parte dos planos ainda fica devendo nessa passagem dos objetivos para a execução. “De forma geral, os programas são superficiais nesse assunto, quando não generalistas.”
Agência FAPESP – O Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (IG-Unicamp) está com inscrições abertas para os processos seletivos de quatro programas de pós-graduação (PPGs) para ingresso no primeiro semestre de 2027.
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"O planeta Terra é protegido por um campo magnético que desvia grande parte das partículas emitidas pelo Sol. A proteção proporcionada por esse campo é o que permite a existência de nossa atmosfera. “Se esse campo não existisse, o fluxo de partículas arrastaria consigo todas as moléculas dos gases que estão no ar. Sem gases atmosféricos, sem vida. Nosso planeta seria como Marte”, resume Gelvam Hartmann, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)."
A participação de Edson Sena no projeto está relacionada à pesquisa de doutorado que ele desenvolve no Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob orientação do professor André Sica. O estudo aborda temas relacionados à soberania tecnológica, ao Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) e à Nuvem Soberana.




