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O professor do Instituto de Geociências da Unicamp, Roberto Perez Xavier, coordenou a participação de uma missão brasileira na convenção anual da PDAC (em português, Associação de Prospectores e Desenvolvedores do Canadá), em Toronto, entre os dias 3 e 6 deste mês. Esse é o maior evento de exploração mineral e mineração do mundo, em que são apresentadas e debatidas as tendências, perspectivas e desafios.
Uma pesquisa do Instituto de Geociências (IG) da Unicamp realizada na Província Mineral dos Carajás descobriu que as áreas favoráveis para a existência de depósitos minerais naquela região da Amazônia são mais amplas do que se imaginava, o que significa uma expansão dos terrenos que podem conter depósitos de cobre ainda desconhecidos.
O estudo faz parte da tese de doutorado do aluno João Gabriel Motta, bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em um projeto coordenado pelo Professor Carlos Roberto de Souza Filho, financiado também pelo CNPq.
Leia artigo de Renato Dagnino, professor do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Unicamp nas áreas de Estudos Sociais da C&T e Gestão Pública.
"Coordenadora da primeira pesquisa que delimitou os aquíferos de Campos, em 2003, a professora Sueli Yoshinaga, do Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), frisou ao Terceira Via necessidade de preservar os aquíferos. 'Essa é uma água de prioridade para o consumo humano e de consumo de animais. É imprescindível fazer a gestão adequada desse aquífero com responsabilidade para que não haja contaminação dessa área', explicou."
"Foi desta forma que oito pesquisadores de diferentes estados brasileiros passaram pouco mais de três meses, completamente ilhados, em pleno deserto polar Antártico. Entre eles, o Alessandro (Batezelli), professor do Instituto de Geociências da Unicamp, único de São Paulo, responsável por tentar montar um quebra cabeça de 80 milhões de anos".
Depois de 70 dias na Antártica participando de uma expedição de pesquisas, o professor Alessandro Batezelli, do Instituto de Geociências da Unicamp, retornou com muitas experiências e novos desafios na bagagem. Os estudos iniciados por lá, e que terão sequência em diversas universidades pelo País, permitirão identificar como eram as paisagens no continente gelado há 80 milhões de anos, durante o período Cretáceo, bem como entender sua ecologia e aspectos climáticos.
"O professor Jefferson Picanço, do Instituto de Geociências (IG) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), está em Brumadinho, palco da tragédia ambiental e humana, em Minas Gerais, em uma missão que busca avaliar as consequências dos estragos causados pela lama após o rompimento da barragem de rejeitos. O estudo vai fornecer recomendações às autoridades que estão à frente das operações. O docente é membro do Centro de Apoio Científico em Desastres (Cenacid), da Universidade Federal do Paraná. Uma equipe do centro vai estudar o rompimento, em especial, os mecanismos e consequências do fluxo da lama-rejeito."
Membro do CENACID (Centro de Apoio Científico em Desastres) , da Universidade Federal do Paraná, o professor do Instituto de Geociências da Unicamp, Jefferson Picanço esteve na cidade mineira de Brumadinho, onde na última sexta-feira, uma barragem da empresa Vale se rompeu.
Docentes, pesquisadores, funcionários e alunos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estarão presentes em uma reunião nesta segunda-feira (11) para compor uma equipe que realizará de estudos e pesquisas sobre o desastre causado pelo rompimento de uma barragem em Brumadinho, em Minas Gerais.
O encontro, promovido pela Pró-Reitoria de Ensino, ocorre no Auditório do Grupo Gestor de Benefícios Sociais (GGBS), no prédio da Diretoria Geral de Administração (DGA). A equipe será liderada pelo professor Jefferson Picanço, do Departamento de Geologia e Recursos Naturais do Instituto de Geociências (IG). O docente esteve em missão oficial no local da tragédia.
"De acordo com o professor do Departamento de Geologia e Recursos Naturais que irá liderar a equipe, Jefferson Picanço, o objetivo do encontro em um primeiro momento é realizar um levantamento de pessoas da própria universidade que estejam interessadas em estudar quais as principais necessidades da população da cidade e, posteriormente, participar de ações de auxílio. Em um segundo momento o grupo também será aberto à comunidade."