A descoberta foi feita por pesquisadores da área de geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), revisada e publicada na revista Geology.
"Foi a nossa primeira análise. Justamente de tentar separar isso de outro tipo de vidro. Os tectitos têm características químicas e físico-químicas também bem próprias. Fazendo uma análise desse material, a gente já consegue separar de outro tipo de vidro natural, muito comum, o vidro vulcânico. Se parecem, mas quimicamente eles são diferentes", revela Álvaro Penteado Crósta, geólogo da Unicamp, líder da pesquisa, em entrevista à CNN Brasil.




