"Tectito é um material bastante raro, existem pouquíssimas ocorrências no mundo e essa nossa é a sétima registrada. Esse material é arremessado para a atmosfera e se espalha por áreas grandes, mas os eventos que formam cada uma dessas áreas são poucos. Então, tem um interesse científico muito grande", afirma Álvaro Crósta, professor do Instituto de Geociências da Unicamp, que estuda estruturas formadas pos impactos de meteoritos desde a década de 1970.




